Um atacante de ponta amador que sabe ler o distribuidor ganha dez em dez vezes a outro que não sabe. O distribuidor mostra mais do que pensa. Três sinais tornam o passe óbvio antes da bola sair das mãos.
Sinal 1: A rotação do ombro
Os distribuidores passam na direcção que o ombro não passador aponta. Se o ombro direito roda para trás, espera passe atrás. Se os ombros ficam direitos, a bola vai à frente. Observa os ombros durante o toque; a leitura fecha aí.
Sinal 2: A altura das mãos
Distribuidor a libertar a bola acima da testa = passe à frente, tempo lento. A libertar atrás da cabeça = passe alto para trás. A libertar baixo e à frente do peito = ataque rápido ao meio. Repara na altura antes do contacto, não depois.
Sinal 3: A direcção do pé de apoio
O pé da frente vira para a zona alvo meio segundo antes do contacto. É o sinal mais difícil de apanhar mas o mais fiável. Treina os olhos a saltar entre mãos e pés.
Pista de tempo 1: A qualidade do passe dita a distribuição
Passe perfeito ao alvo = opção de ataque rápido. Passe baloiçado fora da rede = passe alto à ponta, tempo lento. Lê o passe e tens a escolha do distribuidor 70% das vezes.
Pista de tempo 2: O resultado importa
Empatados ou a perder no fim, o distribuidor vai ao melhor atacante. Vantagem confortável, espalha o jogo. Usa o marcador como pista táctica.
Encontra um jogo de voleibol e diz o tipo de passe antes do contacto durante um set inteiro. Dois treinos e és outro atacante.